As 12 cidades mais bonitas do mundo, segundo a 'Forbes'

1 - Paris (França)
Foto: boubasinspiration.tumblr.com/
O que visitar? Avenida Champs-Élysées, Torre Eiffel e o Museu Grand Palais.

2 - Vancouver (Canadá)
Divulgação/Hyatt Regency Vancouver
O que visitar? Coast Mountains, Stanley Park e locais eco-friendly.

3 - Sydney (Austrália)
Divulgação/complimentary-wallpapers.blogspot
O que visitar? Ponte da Baía de Sydney (Sydney Harbour Bridge), Sydney Opera House e a Praia de Bondi.

4 - Florença (Itália)
Foto: www.facebook.com/citiestotravel
O que visitar? Basilica di Santa Maria del Fiore, Ponte Vecchio e Piazza della Signoria.

5 - Veneza (Itália)
Foto: breathtakingdestinations.tumblr.com
O que visitar? Canais e suas gôndolas, Basílica de São Marcos (St. Mark’s Basilica) e desfrutar de uma cidade sem carros.

6 - Cidade do Cabo (África do Sul)
Foto: creativereview.co.uk
O que visitar? Table Mountain, Jardim Botânico Nacional de Kirstenbosch e V&A Waterfront.

7 - San Francisco (EUA)
Foto: breathtakingdestinations.tumblr.com
O que visitar? O parque e a ponte de Golden Gate, os famosos teleféricos e o Fisherman’s Wharf.

8 - Chicago (EUA)
Foto: freckleditalian.com
O que visitar? Millennium Park, Magnificent Mile e as margens do Lago Michigan.

9 - Nova York (EUA)
Foto: http://korinafayad.tumblr.com/
O que visitar? Central Park, Empire State Building e os prédios onde há vistas panorâmicas da cidade.

10 - Londres (Inglaterra)
Foto: James Neeley/Flickr
O que visitar? Big Ben, Tower Bridge e Trafalgar Square.

11 - Cambridge (Inglaterra)
Foto: Laura Santamaria Palacios/Pinterest
O que visitar? King’s College Chapel, River Cam e Centre for Mathematical Sciences.

12 - Tóquio (Japão)
Foto: Travel Inspiration/Pinterest
Foto: Travel Inspiration/Pinterest
Foto: Travel Inspiration/Pinterest
O que visitar? Palácio Imperial, Tokyo Tower e as flores das cerejeiras na primavera.
E pra você, quais são as cidades mais bonitas do mundo?



Coisas que você precisa saber antes de comprar um pendrive


Um pendrive — ou memória USB flash drive — é um dispositivo portátil que utiliza memória flash para armazenar dados. Ele é ligado ao computador através de uma porta USB, recebe ou entrega os dados, é desplugado do PC e pode ser levado com você. Documentos, programas, imagens ou músicas são apenas algumas das coisas que podem ser carregadas em um desses dispositivos.
Pendrives podem ser formatados muitas vezes, e os melhores podem até vir com informações especificando quantas vezes eles podem ser reescritos e apagados —1 milhão de vezes ao longo de certo número de anos, por exemplo.

Capacidade, design e aspectos

Há uma boa variedade de tamanhos disponíveis, por isso, para escolher o mais adequado, será necessário determinar quanto de espaço você precisará. Um equipamento de pequena capacidade armazenaria apenas 1 ou 2 GB, enquanto há alguns que chegam a suportar 256 GB de dados.
O preço é diretamente ligado ao quanto de espaço ele dispõe — apesar de o tamanho físico geralmente não mudar muito nesse tipo de unidade de armazenamento, o preço certamente aumentará de acordo com sua capacidade. Todos eles são portáteis — alguns menores que uma caixinha de chiclete — e podem ser facilmente presos a um chaveiro.
Ao escolher um pendrive, você também deve considerar sua cor e design. Apesar de a maioria ser razoavelmente semelhante, é possível encontrar dispositivos em formatos de personagens da cultura pop, batom, saca-rolhas e por aí vai. Há também muitas marcas diferentes por aí. Pode ser útil ler análises e resenhas na internet para saber quais são aquelas que os consumidores mais elogiam.
Por fim, não devemos esquecer de um aspecto importante: segurança. Alguns dos flash drives de hoje em dia já têm escaneamento biométrico enquanto outros podem ser encriptados para prevenir acesso não autorizado aos seus dados. Claro que tudo isso dependerá do quão secretos ou confidenciais são os dados que você está transportando.

Definindo a função do equipamento

Antes de começar a pesquisar, é preciso definir para que exatamente você necessita de um pendrive. Faça essas perguntas a si mesmo para facilitar:
  • O que é que eu vou armazenar nele? São arquivos como fotos, vídeos, ou música; são programas em versão portátil ou se trata de outra coisa?
  • Com que frequência vou carregá-lo comigo?
  • Vou usá-lo mais para ler os arquivos gravados nele ou mais para gravar?
  • Há algum recurso específico extra que eu realmente precise ou queira?5. Até quanto estou disposto a pagar em um desses dispositivos?
Dependendo das respostas dadas às questões acima, considere com cuidado os fatores e especificações que trataremos a seguir.

O que avaliar antes de comprar

1. Espaço de armazenamento

Sempre pegue mais do que você precisa. Dependendo do tipo de arquivo que você quer salvar ou transferir, a necessidade pode variar. Se você planeja usar seu flash drive para armazenar arquivos multimídia (filmes, fotos, música), será requerido muito mais espaço do que precisará aquela pessoa que queira usar o dispositivo para fazer backup de arquivos de textos e slides, por exemplo.
Dê uma olhada no tamanho dos arquivos do seu computador que você planeja copiar para o pendrive para criar uma estimativa. Sempre compre um produto que ofereça mais gigabytes de espaço do que você precisa, porque em algum momento do futuro você precisará. Sugerimos no mínimo 8 GB.

2. Tamanho físico

Quanto menor, melhor. Essa parte pode parecer não muito importante, mas se você planeja carregar o dito-cujo por todos os lugares em seu chaveiro ou em seu bolso, vai perceber que tamanho é documento.
Procure também por algum que tenha um design dobrável ou uma tampa para proteger o plug de metal que é conectado na porta USB. De preferência, tente escolher uma tampa que não caia o tempo inteiro.

3. USB 3.0 ou 2.0

Pegue os dois. A menos que esteja completamente fora do preço que você pretende gastar com um pendrive, pegue um que suporte USB 3.0, mas que também seja compatível com USB 2.0. Assim você certificará a vida útil de seu dispositivo e ainda terá uma unidade de armazenamento compatível com a maioria das máquinas que estão por aí.
Mesmo que seu computador atual não dê suporte a USB 3.0, é possível que você venha a adquirir em pouco tempo um que ofereça. Além disso, esse padrão garantirá que você faça transferência de arquivos de forma muito mais rápida.

4. Marcas

Evite porcarias baratas. A maioria dos pendrives funciona de forma confiável e é difícil indicar marcas específicas, mas cuidado ao tentar economizar demais. Se o produto é gritantemente mais barato do que os de outras fabricantes e você nunca ouviu falar dele antes, fique atento. Faça uma pesquisa na internet antes de comprar um desses para se certificar de que não há muitas reclamações.

5. Velocidade de leitura

Quanto mais rápido, melhor. Esse é o tipo de velocidade que determinará o quão prático ou irritante será o processo de copiar arquivos para o seu dispositivo. Se você estiver copiando arquivos pesados de música ou vídeo, a velocidade é algo que certamente interessará a você.
Esteja atento à descrição na embalagem, pois algumas mencionam o máximo de velocidade suportada pelo USB 3.0 ou 2.0 em vez da verdadeira velocidade que o produto oferece. Alguns ainda afirmarão coisas como “alto desempenho” e “o mais rápido”, mas raramente é o caso.

6. Velocidade de gravação

Novamente, quanto mais rápido, melhor. Se você planeja usar seu flash drive frequentemente para fazer backups ou rodar aplicativos, precisará de velocidade. Se sua unidade de armazenamento portátil for veloz, seu backup será veloz.
A diferença pode ser bem significativa. Procure um pendrive que ofereça velocidade de transferência de no mínimo 10 MB por segundo.

7. Criptografia

Você planeja andar pela cidade com informação confidencial em seu flash drive ou tem arquivos que não gostaria que ninguém visse, em caso de perda acidental do dispositivo? Então talvez você queira dar uma olhada nos recursos de criptografia — ou “segurança” — oferecidos.
É possível escolher entre a criptografia de hardware ou de software. Tudo isso deve estar descrito no manual ou nas especificações detalhadas do produto, dê uma lida.

8. Outros recursos

Algumas fabricantes oferecem softwares adicionais que trazem junto ao pendrive recursos como tocadores de MP3, games e coisas do gênero. Nossa recomendação é: fique longe desse tipo de “bônus”. Você pode se irritar com programas indesejados sendo instalados em sua máquina, tornando o processo menos prático e mais lento. Utilize apenas se você identificar recursos ou aplicativos que são importantes para você.

9. Preço

Por último, mas não menos importante: algo que provavelmente vai influenciar sua decisão de compra é o preço. Faça um ranking dos pendrives que mais interessaram a você, baseado nos aspectos que tratamos acima, compare os preços e escolha aquele com o melhor custo-benefício.
Nunca se esqueça de que o mais barato pode não ser a melhor opção. Você ganhará muito mais — e se frustrará muito menos — escolhendo um produto que tenha uma vida útil maior e que possua as características e recursos que precisa.

FONTE(S)
IMAGENS

10 quintais dos sonhos para a sua casa

Esqueça os quintais tradicionais, com canteiros de flores e hortas simétricas. Você pode até se orgulhar de seu jardim, com piscina e churrasqueira, mas você não viu nada ainda. 
Seu quintal tem uma montanha russa, casa na árvore ou um trem? A internet existe para admirar esses espaço, repletos de boas ideias para se inspirar. Quem sabe um desses pode ser seu um dia.
1. Uma réplica do cenário de M.A.S.H., uma premiada série de televisão americana.
O quintal usa caminhões de exército para representar a série que foi ao ar de 1972 até 1983 (Foto: Reprodução)







2. Esta piscina de pedreira de calcário.
Uma opção relaxante para desestressar após um dia tenso de trabalho (Foto: Reprodução)







3. Um trem tamanho família.
Traga o parque de diversões para dentro de casa (Foto: Reprodução)







4. Um castelo de gelo equipado com uma fogueira.
Este refúgio é ideal para quem mora em lugares frios (Foto: Reprodução)







5. Este jardim direto das telas do cinema.
Use as mesas e cadeiras para um café da tarde sofisticado (Foto: Reprodução)







6. Um tobogã para fazer inveja aos parques aquáticos.
Uma pitada de emoção nos dias ensolarados (Foto: Reprodução)







7. Uma casa na árvora bem acima da média.
Seja criança de novo e fuja para o topo da árvores ao anoitecer  (Foto: Reprodução)







8. Uma pista particular de skate.
A invenção não é recomendada aos iniciantes (Foto: Reprodução)







9. Esta montanha russa caseira para botar medo em todos.
Traga a família inteira para se divertir com você (Foto: Reprodução)







10. Um escorregador de dar frio na barriga.
Verdadeiros brinquedos de criança em tamanho adulto (Foto: Reprodução)























Divisão de tarefas em casa influencia meninas na escolha de uma carreira

Segundo estudo, quando a filha não vê o pai ajudar nas obrigações do lar, ela tende a escolher apenas profissões normalmente associadas ao sexo feminino, como enfermagem ou veterinária

Pais: querem incentivar suas filhas a escolher melhor a carreira que querem seguir? Então podem ir lavar a louça, passar roupas ou aspirar a casa. Um estudo feito pela Associação de Ciência Psicológica revela que a divisão de tarefas do lar entre pai e mãe influencia na maneira como as meninas enxergam a escolha de uma profissão.

A pesquisa concluiu que nas casas onde cabe à mãe fazer a maior parte das obrigações, as filhas tendem a seguir atividades mais relacionadas ao sexo feminino, como enfermagem e veterinária, ou mesmo a se tornar donas de casa.
Por outro lado, quando o pai ajuda na rotina, elas consideram carreiras nas áreas de engenharia e finanças, por exemplo, que são conhecidas pela escassa presença de mulheres.
Os pesquisadores explicam que não se trata de um juízo de valor ou de uma ocupação ser melhor que outra. Trata-se simplesmente de as meninas considerarem possível seguir outras carreiras que não só aquelas normalmente associadas às mulheres. Feito com 326 crianças de 7 a 13 anos, o estudo foi liderado por Alyssa Croft, que faz parte do departamento de psicologia da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá.  Segundo ela, mesmo em casas onde os pais defendem a igualdade entre sexos e falam repetidamente sobre o assunto, o resultado é o mesmo. "Não adianta só falar, é preciso fazer também.
O que afeta mesmo a maneira como essas meninas pensam é o que elas veem acontecer em casa", afirma.
Para Alyssa, apesar dos esforços para criar ambientes de trabalho igualitários, as mulheres continuam muito mal representadas em posições de liderança e gerência. "A maneira como os pais de meninas encaram sua participação nas obrigações de casa parece ter uma grande influência nesse resultado". 




As dívidas estão te deixando louco? Cuidado.

Dívidas trazem outros débitos

Pessoas endividadas são três vezes mais propensas a ter um problema de saúde mental do que aquelas que não estão com as contas no vermelho.

Pesquisadores das universidades de Southampton e Kingston, no Reino Unido, fizeram uma revisão sistemática em todas as pesquisas anteriores que analisaram a relação entre problemas de saúde mental e dívidas.

Na meta-análise, a primeira de que se tem notícia sobre esse assunto, foram combinados estatisticamente os resultados de estudos anteriores que envolveram cerca de 34 mil participantes e suas dívidas.

Os resultados mostraram que as pessoas endividadas têm três vezes mais propensão a ter um problema de saúde mental que aquelas que não têm dívidas.

Menos de 9% dos participantes sem problemas de saúde mental estavam com dívidas, em comparação com mais de 25% dos participantes endividados que apresentavam um problema de saúde mental.

A equipe descobriu também que as pessoas endividadas são mais propensas a sofrer de depressão, dependência de drogas e psicose.

Os resultados também sugerem que quem morre por suicídio tem maior propensão de estar com dívidas pendentes.

O que vem primeiro?

Contudo, o estudo não foi suficiente para estabelecer uma relação causal, ou seja, não é possível dizer se a dívida gera o problema mental ou se o problema mental leva a pessoa a se endividar.

"Esta pesquisa mostra uma forte correlação entre dívidas e saúde mental. No entanto, é difícil dizer o que causa o que," reconhece o Dr. Thomas Richardson, coordenador do estudo.

"Pode ser que as dívidas levem a uma saúde mental pior devido ao estresse que elas causam. Também pode ser que as pessoas com problemas de saúde mental sejam mais propensas a se endividar por causa de outros fatores, tais como um emprego irregular.

"Da mesma forma, pode ser que a relação funcione nos dois sentidos. Por exemplo, as pessoas que estão deprimidas podem ter dificuldades para lidar com suas finanças e entram em dívida, o que, em seguida, joga-as mais profundamente na depressão," avaliou o pesquisador.







O derrame cerebral (AVC) Acidente Vascular Cerebral


O derrame cerebral é a principal causa de morte no Brasil. A boa notícia é que até 90% dos fatores de risco da doença podem ser prevenidos

Cerca de 70.000 brasileiros morrem por ano vítimas de acidente vascular cerebral (AVC). Trata-se da principal causa de morte no país, tanto entre homens quanto entre mulheres, segundo o Ministério da Saúde.

A doença é caracterizada pela falta de irrigação sanguínea numa parte do cérebro. Sem sangue, os neurônios presentes na região afetada não têm acesso a nutrientes e ao oxigênio — e podem morrer. "A gravidade do AVC depende da localização e do tamanho da área afetada. Isso explica por que a doença causa desde sintomas leves até sequelas definitivas ou óbito", diz Caio Focássio, cirurgião vascular da Santa Casa de São Paulo.

O derrame costuma ser de dois tipos: isquêmico, correspondente a cerca de 80% dos casos, e hemorrágico, responsável por aproximadamente 20% deles. No caso do AVC isquêmico, ou AVC I, o agente é um coágulo, que, oriundo de diferentes causas (como trombose, hipertensão e colesterol alto), obstrui um vaso que leva o sangue do coração para o cérebro — uma artéria. Já o AVC hemorrágico, ou AVC H, ocorre quando alguma artéria se rompe, desencadeando uma hemorragia cerebral.

Sintomas — Nas duas versões, os sintomas são os mesmos: dificuldade para falar, dormência de um lado do corpo, fraqueza, visão dupla e desequilíbrio. Diante desses sinais, é preciso levar o paciente ao pronto-socorro o mais rápido possível. No hospital, a pessoa será submetida a exames de imagem — ressonância ou tomografia — para diagnosticar o tipo do derrame. No caso do isquêmico, o procedimento de desbloqueio da passagem sanguínea, chamado trombólise, pode ser feito, em média, até quatro horas depois do acidente. Já o hemorrágico, mais difícil de ser tratado, requer, a depender da gravidade, uma operação para drenar o hematoma.

Fatores de risco — Segundo o estudo internacional Interstroke, realizado em 22 países, entre eles o Brasil, e publicado em 2010, 90% dos casos são associados a fatores de risco evitáveis. São eles: hipertensão, diabetes, sedentarismo, colesterol alto, obesidade, tabagismo, abuso de álcool, problemas cardiovasculares e dietas ricas em gordura e em sal. Os outros 10% podem estar relacionados à genética, idade (segundo a Associação Americana de AVC, a probabilidade de uma pessoa ter um derrame dobra a cada década depois dos 55 anos) e etnia (negros e orientais são mais predispostos à hipertensão, o que facilita o AVC).

Há pouca diferença entre os fatores de risco relacionados ao sexo. "Se a mulher não é tabagista, usuária de anticoncepcionais e vítima de enxaquecas com aura, seu risco não é mais elevado que o do homem", diz Antonio Cezar Galvão, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

A incidência da doença, porém, muda de acordo com o avanço da idade. "O AVC é um pouco mais prevalente em homens até os 75 anos. Como as mulheres vivem mais que os homens, e a idade é um fator de risco para a doença, elas apresentam uma probabilidade mais elevada de ter derrame", explica Adriana Conforto, neurologista chefe do Grupo de Doenças Cerebrovasculares do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O AVC afeta uma em cada cinco mulheres e um em cada seis homens.