Faça Valer Mais o Seu Dinheiro


Um pouco de cuidado com certeza nao vai fazer mal a ninguem, entao porque nao cuidar bem do seu dinheiro, afinal de contas voce trabalhou muito para ganha-lo. 
Nem tudo o que voce compra tem que ser novo e nem sempre comprar o mais barato significa "economia", basta apenas saber o que e como comprar.
Hoje vou dar 7 dicas do que voce pode comprar Usado ou Novo sem se preocupar e economizar uma grana.

1)  Laptop = comprar um computador(desktop) usado pode ate ser um bom negocio mas comprar laptop usado e mesmo um passo errado, voce nunca vai saber se aquele laptop ja sofreu quedas, pancadas ou ate liquido derramado.
Um laptop esta sempre para la e pra ca e sujeito a todos os tipos de avarias. A unica execao e se voce comprar um que tenha sido reformado em uma loja que te de garantia do produto.

2)  Cadeirinha de Nene para carro =  Uma cadeirinha de bebe para carro que ja sofreu um acidente pode nao oferecer a seguranca adequada para o seu filho em caso de necessidade. Mais vale comprar uma nova que voce encontrara por precos bem acessiveis e garantir uma seguranca adequada do que tentar economizar com a saude e bem estar do seu filho. Comprar uma nova e uma escolha inteligente.

3)  Capacete = Como uma cadeirinha de nene o capacete para motos ou bicicletas sao feito para suportar somente um acidente e nada mais. E dificil identicar se o capacete ja sofreu avarias porque o estrago acontece no interior do capacete danificando o material de protecao. E sempre mais inteligente comprar um novo.

4)  Aspirador de po = Um aspirador de po e completamente feito para ser abusado e vai te custar mais barato se voce comprar um novo, Hoje existem no mercado uma grande variedade com precos bem acessiveis.Ai vai depender de sua exigencia ou necessidade em comprar um que tenha mais tecnologia e novidades.


5)  Digital Camera = Um dia eles ainda vao inventar uma camera digital de borracha que nao quebre com as quedas, isso sera uma evolucao. O estrago causado por uma queda pode nao ser identificado quando voce compra uma camera usada, mas em um tempo curto vai precisar dse reparo. Se voce quer economizar dinheiro comprando uma camera digital, considere a ideia em comprar o modelo do ano passado, com certeza sera mais barato que os lancamentos.

6)  Calcados = Usar calcados que outros ja usaram pode causar varios problemas desde calos ate dor nas costas. Entao nao compre calcados usado que ja estao moldados com os pes de outra pessoa. Isso e particularmente aconselhado diretamente s for para criancas que estao em fase de crescimento. Va nas promocoes, compre o modelinho do ano passado mas nao caia na tentacao de economizar dinheiro agora no que vai lhe custar mais caro mais tarde nao so financeiramente mas tambem prejudicar sua saude e de seus familhares.

7)  Colchao = Muita coisa se passa com um colchao com o passar do tempo. Mofo, bacterias vivas e bacterias mortas que causam mau cheiro e depois colchao nao foi feito pra durar toda a vida.
Mesmo os melhores colchoes do mercado foram feito para ter uma vida entre 8 a 10 anos e e dificil dizer qual a idade de um colchao. Elimine  a perda te tempo e dinheiro e invista e um material novo.


Comprar novos produtos nunca ira lhe prejudicar financeiramente e e mais seguro. Para alguns produtos e mercadorias a melhor dica e comprar novo.Quando voce tem aquela vontade de comprar algo novo a melhor coisa a fazer e ir em uma loja e comprar. Mas em alguns casos a melhor ideia e comprar algo usado e sera o melhor negocio.
Veja agora as 7 dicas dos usados


1)  Livros =  Livros e uma maneira de comecar. A maioria dos livros e facil de encontrar por precsos bem em conta uma vez que voce nao queira ser o primeiro a ter lido aquele livro.
Navegue na internete, pesquise com os amigos e nas lojas de usados e mesmo nas livrarias hoje voce pode encontrar aquele cantinho dos usados.

2)  CDs e DVDs =  Hoje voce encontra lojas que vendem CDs e DVDs usado e  mesmo na internet voce encontrara muitos. Voce encontrara precos bem baixos por CDs e DVDs que farao o mesmo trabalho que aquele novo que voce pagaria muitas vezes o dobro do preco. Pesquise

3)  Brinquedos=  As criancas como semre enjoam facil dos brinquedos e em poucos meses deixam de lado. Uma das opcoes e comprar brinquedos usado que por sua vez estao em boas condicoes . Economize e faca seu filho feliz.

4)  Joias=  Se voce tentar vender uma joia voce tera muita sorte se conseguir vender por 1/3 do preco que voce pagou na loja caso voce decidir vender. Deixe que outros passem por isso, encontre uma loja de joias usadas, fale com o proprietario e veja o que ele pode te oferecer.

5)  Artigos esportivos = nos compramos tudo desde equipqmentos de academia ate jogos de raquetes, maquinas de exercicios mas  sempre acabam tudo no fundo do armario pegando poeira. Comprar o que os outros nao usam mais e economizar seu dinheiro, esta e a ideia. Mas nao compre nada que seja usado no corpo, como roupas de ginastica ou tenis.

6)  Cadeiras e mesas para quintal =  Qual e o investimento que voce perde entre 50% a 70%  assim que sai da loja? Esse e o risco quando voce compra cadeiras e mesas para sua sacada ou quintal a nao ser que voce compre usada. Tem muitas pessoas que estao dsesperadas vendendo cadeiras de quintal para se ver livre delas e assim o preco cai la em baixo. E so voce entrar online e pesquisar que voce encontrara nao so particular como em lojas de usados.

7)  Carro =  Como voce ja sabe um carro perde 10% do valor que voce pagou assim que sai da loja, e no primeiro ano a media e de 20%. Um carro de 50 mil reais isso representa 10 mil reais.
Deixe que outros comprem carros novos, opte por um usado. Voce economiza dinheiro comprando um carro bem mais barato e ainda economiza com o seguro.

Aquele brinquedo novo nao precisa exatamente ser novo, uma vez que seja novo para voce.

Meu nome e Luiz Lisboa e este e o "Seu Dinheiro".







Chico Anysio e sua trajetória

Um pouco do Chico Anysio em sua jornada 
Nascido em 12 de abril de 1931, em um pequeno sítio em Maranguape, no Ceará, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho tornou-se um dos mais renomados humoristas do país.
Aos 8 anos de idade, Chico Anysio e a família deixaram a pequena Maranguape e mudaram-se para o Rio de Janeiro. Na infância, ele já mostrava sua veia humorística ao imitar vozes e trejeitos de professores e colegas de classe.
 
Na adolescência, ganhava concursos de programas de calouros nas rádios do Rio e de São Paulo fazendo imitações. Foi até impedido de participar dos concursos, pois sempre saia vencedor. Em 1947, conquistou o primeiro lugar no programa Papel Carbono, de Renato Murce, líder de audiência na Rádio Nacional do Rio, na época.
A carreira no rádio começou por acaso. Ao acompanhar a irmã e atriz Lupe Gigliotti em um teste na Rádio Guanabara, acabou sendo aprovado e contratado como locutor e rádio-ator. Ficou em segundo lugar no teste de locutor, perdendo para o apresentador Sílvio Santos. Na rádio, apresentava a programação musical e interpretava galãs nas rádio-novelas. Em 1949, passou a integrar os humorísticos da emissora, trabalhando ao lado de outros grandes comediantes, como Grande Othelo e Luis Brandão.
Na década de 50, já na Rádio Mayrink Veiga, criou um de seus mais famosos personagens, o Professor Raymundo, com o bordão "E o salário, ó!". Passou também pelas rádios Clube do Brasil e Clube Pernambuco.
A estreia na televisão foi no programa Aí Vem Dona Isaura, na TV Rio, em 1957. Depois, estrelou humorísticos na própria TV Rio e nas emissoras Excelsior e Tupi. No final da década de 60, ingressou na Rede Globo, onde comandou diversos programas de humor, como Chico City, Estados Anysios de Chico City e a Escolinha do Professor Raymundo.
Em mais de 60 anos de carreira, foram mais de 200 personagens, em que satirizava tipos políticos e pessoas comuns do povo brasileiro, como o babalaô Painho, o galã Alberto Roberto, o deputado federal Justo Veríssimo e a professora Salomé. Chico Anysio também era escritor, pintor e compositor.
Chico Anysio casou-se seis vezes e teve oito filhos, sendo um adotivo. 







Fotografia digital ou Filme, o Passado e o Futuro de nossas fotos


 Fotografia digital ou Filme, o Passado e o Futuro de nossas fotos

Nunca se tirou tantas fotos como hoje, com o filme em película substituído por pixels e as câmeras semiprofissionais cada vez mais acessíveis. Mas a memória registrada pelos novos retratos pode se perder
 
Comprar um filme fotográfico, escolher o número de poses e o ISO, pensar minuciosamente cada retrato para evitar o desperdício, tirar mais uma “para garantir”, guardar o rolo de filme com cuidado para não queimar as imagens com o excesso de luz, levar ao laboratório, esperar um ou dois dias, voltar ao laboratório e, finalmente então, ver o resultado. Esses eram as etapas mais básicas da grande maioria de pessoas que queria fotografar qualquer ocasião há pouco mais de uma década. Não é novidade, portanto, que a fotografia digital criou um atalho inestimável entre apertar o botão de disparo e conferir a imagem a tempo de corrigir qualquer imprecisão de luz, foco ou enquadramento.
O avanço da tecnologia foi suficiente para alterar toda a relação entre máquina e fotógrafo. O mais notável, consequência direta da redução de custo de produção de uma foto, é o aumento na quantidade de imagens registradas. “O volume aumentou assustadoramente, mas não houve, em contrapartida, uma responsabilidade do fotógrafo com o momento fotografado”, afirma o fotógrafo e professor na Universidade Federal do Paraná (UFPR) Osvaldo Santos Lima. Para ele, a facilidade em refazer a imagem formou fotógrafos que não pensam a foto, e guiam-se com base na tentativa e erro. “A fotografia é uma das únicas áreas da linguagem em que você pode ‘escrever’ excessivamente sem nunca ter aprendido a ‘ler’. Há uma confiança extrema no automatismo dos aparelhos, e com isso as pessoas se tornam meros operários da câmera fotográfica”, conclui Lima, que também é diretor do Omicron Centro de Fotografia.
 
Como na economia, o excesso de oferta acaba por reduzir o valor de produtos ou serviços. A foto digital fez com que a quantidade de fotos tiradas em uma única viagem atinja a casa de centenas – ou milhares – e isso pode diminuir o apreço individual que se tem por cada uma delas. O fato ocorre tanto por uma possível falta de perícia do fotógrafo quanto pela perda do caráter raro da imagem. “Antigamente, a fotografia era um evento. O fotógrafo ia à casa da família, todos precisavam tomar banho e se arrumar porque haveria apenas uma única foto”, comenta o fotógrafo Michel Willian, especializado em fotografar eventos e restaurar fotos antigas. Ele acrescenta: “O equipamento de qualidade está ao alcance da maioria dos usuários, e atualmente fotografa-se praticamente todas as situações do dia a dia. Se por um lado isso gera registros históricos importantes, por outro banaliza o valor que se dá à memória”.
Se o ato de fotografar não é um fim em si mesmo, é razoável perguntar: o que fazer com tantas imagens registradas no código binário da informática? Lima afirma que, embora uma foto impressa e emoldurada emocione muito mais do que aquela vista na tela do computador, a tendência da maioria é deixar a imagem eternamente no formato virtual. “Assim como no Twitter, em que as pessoas escrevem coisas banais como ‘estou jantando’, a fotografia também está próxima de registrar todos os momentos do dia a dia”, diz. “Hoje em dia existem muitas redes sociais que permitem o compartilhamento das fotos. A satisfação em tirar e mostrar deu à fotografia um tom de fetiche. E pela facilidade de difusão do digital, as pessoas acabam cada vez fotografando mais com esse fim”, analisa Lima.
Bagunça virtual
O acervo digital, frequentemente volumoso, fica cada vez mais difícil de ser organizado. As fotos se acumulam em uma pasta de arquivos e, com o tempo, perdem seu referencial histórico. É a constatação que o professor tira da experiência e da observação das tendências. “Vamos ter uma memória visual do início deste século muito mais forte do que o começo do século passado. O problema é que as pessoas estão produzindo registros, mas não estão preocupados em guardar adequadamente esses registros.”

Já o cineasta e diretor do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS), Fernando Severo, diz que manter imagens apenas no computador delineia uma grande perda para a museologia. “A verdade é que não sabemos ao certo a durabilidade dos suportes digitais, e eles se tornam obsoletos muito rápido. A cada transferência de dados de uma máquina ou uma mídia para outra, há uma perda na qualidade cujo prejuízo futuro não podemos prever”, conta. Trabalhando principalmente com negativos antigos de fotos de família, Severo afirma que a fotografia é valiosa para se registrar o momento histórico, e com a diminuição da circulação impressa dessas fotos, há uma preocupação em perder muito desse arquivamento. “Ao mesmo tempo, o grande volume de fotos digitais vão exigir muito dos museólogos que pretenderem organizar e classificar esse material”, completa.
A solução para que as desvantagens da quantidade não suplantem os benefícios da qualidade digital, para Osvaldo Santos Lima, é simples: a educação visual: “Para o fotógrafo profissional, realmente capacitado e estudado, a fotografia é tão pensada quanto a fotografia analógica. A questão é: quantos profissionais realmente capacitados existem hoje?” De acordo com ele, há “pseudoprofissionais” escondidos por trás da facilidade e do baixo custo do equipamento. “Critérios, ainda que subjetivos de certo e errado [na fotografia], são necessários. Quando você diz que algo está ruim, está ruim porque está baseado em conceitos históricos postos. Tudo é discutível, mas sempre será discutível dentro de um parâmetro.” Pensar antes de fotografar, portanto, é a chave para que a memória seja preservada e o futuro não se perca num oceano de imagens avulsas.







Quando todos são amadores, falta espaço para o profissional

Crise das publicações impressas e crescimento da venda on-line de imagens fazem com que o valor pago aos fotógrafos diminua.
Na época em que Matt Eich entrou no curso de fotojornalismo, em 2004, revistas e jornais impressos já estavam com circulação em declínio. Mas ele tirava fotos desde criança e, mesmo após casar e ter um filho durante a faculdade, ele persistiu na carreira de fotografia. “Eu tinha que ganhar dinheiro suficiente para manter um teto sobre nossas cabeças”, conta.
Desde a formatura em novembro de 2008, Eich, 23 anos, tem recebido trabalhos aqui e ali, mas “na indústria em geral, a sensação agora, pelo menos entre meus pares, é que o setor não é sustentável”, diz. O fotógrafo complementa a renda com projetos de arte e publicidade. “Tinha um caminho, mas ele não existe mais.”
Há também o caso de Sharon Pruitt, 40 anos, mãe de seis filhos, que vive na base aérea de Hill Air, no estado norte-americano de Utah. O marido de Sharon trabalha no serviço militar, e suas constantes mudanças significavam que um emprego em período integral não seria viável. Após umas férias no Havaí em 2006, ela publicou algumas fotos – tiradas com uma câmera digital Kodak de US$ 99 – no Flickr.
Desde então, Sharon estabeleceu um contrato com a Getty Images, gigante do segmento de banco de imagens, que lhe fornece uma renda mensal, à medida que editores e publicitários pagam pela licença de uso das suas fotos. Os cheques são o suficiente para levar a família para jantar, às vezes quase servem para pagar uma parcela da hipoteca. “No momento, é ótimo ter um dinheiro extra”, diz ela.
Eich e Sharon ilustram o enorme abalo sentido pelo ramo da fotografia durante a última década. Amadores, contentes em receber pequenos quantias por cliques de crianças e paisagens, têm aumentado suas oportunidades de fazer dinheiro com fotos, mas estão diminuindo o valor pago a fotógrafos profissionais e deixando-os com opções de carreira limitadas. Os profissionais também sofrem porque revistas e jornais estão cortando gastos. “Há pouquíssimos fotógrafos profissionais que no momento não estejam sofrendo”, disse Holly Stuart Hughes, editora da revista Photo District News.
Três forças coincidiram para isso: o declínio da publicidade, a popularidade e acessibilidade da fotografia digital e as mudanças no mercado de bancos de imagens.
No passado, as publicações ignoravam ou menosprezavam a fotografia pronta dos bancos, que consistem de imagens pré-existentes em vez de trabalhos originais. Hoje, os orçamentos editoriais reduzidos fizeram com que elas tivessem de reconsiderar a questão. Ao mesmo tempo, a internet facilitou ainda mais a busca e o licenciamento de fotografias. Isso agora pode ser feito em segundos com alguns cliques, em vez de sete semanas de envios de transparências pelo correio.
Ao mesmo tempo, a fotografia digital segue em disparada. “Antigamente você precisava saber realmente como utilizar uma câmera”, explica Keith Marloew, fotógrafo que já trabalhou para as revistas Spin e Rolling Stone. “Se estragasse um rolo, você perdia as fotos de um show inteiro, por exemplo.” Agora, porém, qualquer fotógrafo pode ver instantaneamente se uma foto ficou boa, ou se a luz precisa ser ajustada.
Isso significa uma enxurrada de fotografias razoáveis, e muda a indústria. “A qualidade das imagens já prontas compradas é virtualmente indistinguível da qualidade daquelas comissionadas”, afirma Jonathan Klein, executivo-chefe da Getty Images, que ajudou a fundar a agência em 1995. “No entanto, o preço que é cobrado dos clientes é uma fração do que eles pagariam por uma imagem profissional”.
Os amadores, na maior parte, estão felizes por receberem qualquer coisa pelas suas fotos. “As pessoas que não precisam ganhar a vida com fotografia e a praticam por hobby não sentem a necessidade de cobrar um preço razoável”, segundo o fotógrafo Matt Eich. É difícil viver só de divulgação. E muitos profissionais se preocupam com o impacto do gradual desaparecimento da atuação profissional mais requintada.
“Um fotojornalista sabe contar uma história. Eles sabem que não estão lá para influenciar, interpretar ou enviesar”, salienta Katrin Eismann, coordenadora do mestrado em Fotografia Digital da Faculdade de Artes Visuais de Nova York.
“Um fotógrafo pode ir a um comício, ou a uma manifestação, e fazer com que 10 ou 1 mil pessoas apareçam em suas imagens, e isso faz toda a diferença”, conclui Katrin. “Não confiaria num amador para compreender o quanto a comunicação visual é importante.”

Nostalgia

O retorno saudosista ao analógico por meios eletrônicos
Enquanto a tecnologia fotográfica caminha para um ideal de alta definição, muitas câmeras e aplicativos para celular remam contra a maré e oferecem filtros retrô, que dão um ar de fotografia analógica à imagem pixelizada. Softwares para smartphones e versões de consagradas câmeras fotográficas lo-fi, como a chinesa Holga e a alemã Diana F+ ganham cada vez mais adeptos. Fotos sobrepostas, com excesso de luminosidade, granuladas são cobiçadas pelos apreciadores desse tipo de estética. O programa mais popular da rede – uma febre, praticamente – é o Instagram, que oferece uma certa variedade de filtros com o propósito de imitar o resultado obtido com velhas máquinas de baixa fidelidade. Mas há vários outros, como o Hipstamatic, que conta com uma interface para simular o uso de uma câmera de uso doméstico, com rolo de filmes, e que permite trocar as lentes e a cor do flash.
“A fotografia analógica criou uma estética muito característica, e esses aplicativos prestam uma homenagem à cultura da película, que está ligada não só ao produto final, mas ao próprio aparelho fotográfico”, afirma o professor da UFPR Osvaldo Santos Lima, que completa, sobre as máquinas lo-fi vendidas ainda hoje: “A fotografia digital é um controle absoluto sobre cada pixel, nos mínimos detalhes. A Diana e a Holga oferecem o oposto: descontrole absoluto, para deixar que o acaso trabalhe junto com a fotografia. Há uma saturação de fotografia digital. As pessoas querem surpresa nas fotos essas máquinas proporcionam isso”.

Yuri Al’Hanati




Turismo Para Ricos, Muito Ricos, Em Casas De Luxo


Havaí, Itália, Grécia: confira algumas alucinantes casas de alto luxo que são alugadas para os muito ricos

Materia de Rita de Sousa
Pois é, se você tiver uma conta bancária de mais de cinco dígitos, pode ter uma viagem de rei, ou de magnata, ou de califa…
É que, com crise e tudo, os muito ricos continuam muito ricos, ou estão ainda mais, e maravilhosas casas, villas, ilhas, castelos – ufa! – como os abaixo continuam sendo oferecidos por empresas especializadas em aluguéis de imóveis de altíssimo luxo.
Pode olhar, sonhar não custa nada!
Villa em Cancún, Península de Yucatán, México
Uma ilha em Cancún, no México, todinha para chamar de sua
Uma villa em Cancún, no México, todinha para chamar de sua, com 300 metros de praia exclusiva. Nada mal, não?
A Villa Real vale 15 milhões de dólares, mas por 7,5 mil dólares por dia é possível desfrutar de suas delícias exclusivas, ao longo de 300 metros de praia.
O locatário tem à disposição onze funcionários, incluindo um chefespecializado em culinária maia e um chef internacional, e ainda pode desfrutar de um Porsche, um Jaguar e uma Mercedes, com os respectivos motoristas.
Villa Cancún: deliciosamente confortável
Detalhe de decoração da Villa Real: onze funcionários à disposição
-
Villa Cancún: luxo e luxúria
A grande banheira de hidromassagem é só um detalhe
-
=============================================================


Villa próxima ao Lago de Como, Itália
Villa Lago do Como
A portentosa frente da propriedade, em uma das regiões mais lindas da Itália
Localizada na Lombardia, ao norte da Itália, esta villa está avaliada em 60 milhões de dólares. É acessível apenas por barco, e seu jardim ocupa uma area de 30 mil metros quadrados, que abrigam quatro diferentes casas, campo de tênis, piscina aquecida, ginásio e cinema. Nove funcionários estão no pacote, que em alta temporada custa no mínimo 100 mil euros (algo como 230 mil reais) mensais.
Pede-se não levar mais que duas crianças.
Villa Lago do Como, na Lombardia
O imenso salão de estar da casa principal
-
Villa Lago do Como: pede-se não levar mais que duas crianças
Uma visão noturna da área da piscina

=============================================================


Marrakech, Marrocos
Mansão no Marrocos: em clima de Mil e uma noites
Mansão no Marrocos: em clima de Mil e uma noites
Por cerca de 1.900 euros a diária (pouco mais de 4,5 mil reais), com o mínimo de três diárias, é possível viver o sonho de um sultão, ou califa.
Essa bela casa é uma das mais notáveis propriedades privadas do Marrocos, segundo a propaganda. No sopé da cadeia Atlas de montanhas, inclui entre seus confortos nada menos que dez suítes, todas, como os demais cômodos, com decoração opulenta.
Marrakech: sonhos de Sherazade
A villa em Marrakech: decoração opulenta
-
Marrakech
No exterior da mansão, as características que fazem de Marrakech a "Cidade Vermelha"


=============================================================


Villa Kauai, Havaí, Estados Unidos
Villa Kauai Luxury
Villa Kauai Luxury, no Havaí
De frente para o mar na maior das ilhas que compõem o Estado do Havaí, nos Estados Unidos, a Villa Kauai ocupa 3 hectares de tirar o fôlego. A casa, de 8.700 metros quadrados, localiza-se nas proximidades do grande vulcão Kilauea, do qual tem uma visão majestosa.
Dispõe de praia particular e todos os cômodos dão vista para o mar.
Villa Kauai: com praia particular
Villa Kauai: deck com jacuzzi, vista magnífica e praia particular
-
Villa Kauai, no Havaí
A Villa Kauai, vista de outro ângulo


=============================================================


Dalmácia, na Croácia
Villa Croatia, à beira-mar
Villa Croatia, à beira-mar
Recentemente reformada, essa magnífica propriedade mantém sua arquitetura original, de pedra branca. Tem acesso direto às águas cristalinas do Mar Adriático, sempre protegida por seus enormes muros de pedra.
A curta distância de Dubrovnik, cidade considerada patrimônio histórico da Humanidade pela Unesco, no extremo sul da Dalmácia, na Croácia, tem fácil acesso a museus, igrejas, casarões, cafés e restaurantes.
Villa Croatia, com vista para o Mar Adriático
O imponente complexo tem ampla vista para o Mar Adriático
-
Villa-Croatia, na cidade patrimônio histórico de Dubrovnik
O charme adicional de estar numa cidade patrimônio histórico da Humanidade


=============================================================


Versailles, França
Um castelo a 30 minutos de Paris
Um castelo do século XVII, a 30 minutos de Paris
Projetado pelo arquiteto François Mansart em torno de 1668 para Jean Dyel, o conde d’Aufflay, embaixador de Luís XIV em Veneza, este castelo foi cenário do filme O Código DaVinci.
É um dos castelos históricos mais significativos na França, ao mesmo tempo simples e suntuoso, que mantém elegantemente o estilo original do século XVII, aliado ao que há de mais moderno em matéria de infraestrutura e tecnologia voltada ao conforto.
Excepcionalmente, é uma propriedade que admite o aluguel de quartos, desde que por no mínimo três diárias.
Versailles
O castelo em Versailles tem decoração... à Versailles
-
Versailles
Não apenas o castelo, mas os móveis e obras de arte são do século XVII
-

=============================================================


Mykonos, Grécia
Villa Mykonos: um cantinho numa ilha grega
Em Mykonos, a casa faz parte de um complexo de quatro propriedades, todas de frente para o azul incomparável do Mar Egeu
A casa integra um complexo com mais três propriedades, e fica numa bela encosta nessa magnífica ilha da Grécia. Três dos quatro quartos têm varanda com vista para o mar. Entre seus atributos artísticos estão os telhados de interiores decorados por toras de madeira de estilo tradicional.
Villa Mykonos: terreno compartilhado, privacidade total
Um detalhe de sofisticação são os forros de madeira com toras naturais
-
Villa Mikonos, numa ilha grega
De novo, a inevitável combinação mar-piscina



=============================================================


Dubai, Emirados Árabes Unidos
Dubai: o luxo dos luxos
A mansão fica na famosa ilha artificial de Palm Jumeirah
Um sonho no que a propaganda vende como “o mais luxuoso dos destinos turísticos, em uma praia exclusiva”. Fica na famosa ilha artificial de Palm Jumeirah (a ilha foi construída em formato de palmeira), destino de celebridades de todo o mundo.
Para conforto dos hóspedes, conta com piscina, sala de bilhar com bar, churrasqueira, campo de golfe, caiaques e outros mimos. Acompanha governanta e motorista, além de o preço incluir um lauto café da manhã.
Vista para o delirante mar de Dubai
Da sala de jantar, vista para a delirante paisagem artificial de Dubai
-
Um luxo só: destino de celebridades
O mar fica em frente, mas há, claro, também uma piscina