Viva as emoções dos saltos do parkour

Deslocar-se de um ponto a outro da maneira mais eficiente e rápida possível, usando apenas as habilidades do corpo.
Parece simples, mas praticar parkour exige muito condicionamento físico e principalmente conhecimento dos próprios limites.
O precursor da prática é o francês David Belle, que a batizou a partir da palavra “parcour” – “percurso” em sua língua materna. Em 1998, inspirado pelo treinamento militar que recebeu quando jovem, Belle adaptou os exercícios de modo que pudesse praticá-los interagindo com obstáculos urbanos.
O objetivo era sempre o mesmo: alcançar um ponto pré-estabelecido como se estivesse em uma situação de emergência, não importando quantas limitações houvesse pela frente.
Isso significa que o atleta de parkour deve pular muros, subir em árvores, escalar paredes e até mesmo saltar de um prédio a outro, se o trajeto incluir esse obstáculo, mas sempre explorando os movimentos naturais do corpo humano.
A técnica agradou e pouco a pouco se espalhou por outros pontos do mundo. No Brasil a onda “começou em 2005, originada basicamente de vídeos na internet”, segundo Eduardo Rocha, presidente da Associação Brasileira de Parkour. As primeiras cidades a reunirem praticantes de parkour foram São Paulo, Florianópolis e Brasília.
Hoje, redes sociais contabilizam pelo menos 45 mil adeptos ou simpatizantes.
De acordo com Rocha, “a prática é a mais acessível das atividades físicas e pode ser praticada desde muito cedo, sempre respeitando o preparo físico e o ambiente”.




O praticante não compete com ninguém a não ser consigo mesmo, por isso há quem diga que parkour é uma arte. A ideia é tentar superar os limites do corpo.
Alguns movimentos do parkour:
Salto do Gato: Salto em direção a um obstáculo, agarrando-o com as mãos, deixando o corpo suspenso no ar.
Salto de Precisão: Salto entre dois pontos geralmente estreitos, como bordas ou parapeitos.
Tic-Tac: Tomada de impulso “chutando” o ar para atingir um outro ponto do percurso.
Subida: Alcançar um ponto usando apenas os braços, ou seja, estando com o corpo suspenso no ar. Barras de ferro, por exemplo, podem ser usadas com essa finalidade.
É importante lembrar que para a prática de qualquer esporte radical o atleta deve fazer uso de equipamentos de segurança adequados. Os acessórios são pré-requisito já que estão diretamente relacionados ao desempenho do atleta e principalmente à prevenção de acidentes.

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